Nuno Henrique Luz pedalou 600 quilómetros debaixo de um calor extremo mas sobreviveu para contar a história.
Uma história feita de emboscadas da natureza, resquícios coloniais e muita carne de sol Cenários remotos e deslumbrantes e sofrimento extremo, dia após dia.
São estas as características essenciais de uma corrida de ultra-endurance, e as duas foram ainda refinadas na Brasil Ride, a maior prova de BTT por etapas da América do Sul, que recentemente terminou na Chapada Diamantina, uma reserva natural no estado da Baía.
O percurso era tão emocionante e as dificuldades tão extravagantes que para os apreciadores a corrida foi quase perfeita.
No final, depois de 600 quilómetros e quase 40 horas de competição, a uma aversão súbita e profunda à bicicleta seguiu-se, passadas poucas horas e já de caipirinha na mão, a melancolia de ainda faltar um ano inteiro para a próxima edição - os dois passos da confirmação de que tudo correu às mil maravilhas.
Bonito:
Conhecida por suas atrações naturais como a Gruta do Lago Azul, o Rio Sucuri e a flutuação no Rio da Prata.
Pantanal:
Uma região de grande biodiversidade, com oportunidades para observar a vida selvagem, fazer passeios de barco e pescar.
Campo Grande:
A capital do estado oferece uma rica cultura, gastronomia e museus.
Coxim:
Um dos portões de entrada do Pantanal, com atividades como pesca e safáris fotográficos.
Miranda:
Outro importante ponto turístico do Pantanal, com atividades como passeios de barco e observação de animais.
Atividades:
Ecoturismo em Bonito:
Flutuações em rios cristalinos, visita à Gruta do Lago Azul, trilhas na natureza e observação de aves.
Aventura no Pantanal:
Passeios de barco, safáris fotográficos, pesca esportiva e observação de aves.
Descobrindo a Capital:
A gastronomia e a cultura de Campo Grande, com visitas a museus e pontos históricos.
Pescaria no Pantanal:
Coxim e Miranda oferecem diversas opções de pesca, desde a tradicional pesca com anzol até a pesca esportiva com diferentes técnicas.
Os usuários estacionam perto do Centro de Visitantes e podem, também, utilizar os sanitários.
É uma nova experiência no local.
Pernoitar no Parque Estadual Guartelá e contemplar as estrelas durante a noite foi um plus na viagem de Dallas Fernando da Maia Fagundes com sua esposa e o filho.
Morador de Joinville, em Santa Catarina, ele decidiu voltar ao parque dos Campos Gerais que visitou há muitos anos – e foi o primeiro usuário da nova estrutura para pernoite de trailers e motorhomes na Unidade de Conservação (UC).
“Eu conheço o parque antes dele virar parque.
Visitei o local quando era adolescente e sempre quis voltar.
Nessas férias, decidimos ver como ele está agora e quando cheguei descobri a nova estrutura para estacionar meu trailer.
É muito bacana.
À noite não tem luz e você consegue ver o céu com bastante estrela.
Agora que já tem uma estrutura melhor, fica bem mais fácil”, contou.
O lugar é de uma beleza extraordinária. Chama-se Pontal de Maracaípe e é um estreito canal de pouco mais de meio quilómetro, através do qual o rio do mesmo nome encontra o seu caminho até ao mar.
Tudo em volta são densos mangueirais, no próprio pontal rematado por uma praia de areias finíssimas.
Não será um segredo bem guardado, mas o estuário do Maracaípe também não é vítima do assédio turístico que se testemunha na vizinha Porto Galinhas, quatro quilómetros a norte.
Mais o género de praia procurada pelas famílias do Recife (57 km) que aqui abancam para um fim-de-semana sossegado.
As águas são da mais completa placidez, permitindo deixar as crianças à vontade, e tão quentes que as cadeiras e chapéus de solo são instalados já dentro de água.
Magia num boião
A animação neste estuário de tranquilidade consiste em apanhar uma das coloridas jangadas atracadas junto ao Bar do Pontal (designação correcta, visto que é exemplar único).
A excursão passa por navegar rio acima e descobrir a biodiversidade do mangue, incluindo camarões miúdos designado de aratanhas, caranguejos acinzentados chamados aratus e cavalos-marinhos.
O jangadeiro de serviço começa por avisar que não é seguro encontrá-los - e talvez haja um ou outro caso em que isso não acontece.
Mas a advertência deve ser sobretudo para criar expectativa, uma vez que os peixes em causa não primam pela mobilidade, podendo frequentemente ser encontrados nos mesmos sítios.
É, aliás, por não se darem bem nas águas agitadas do mar, que os cavalos-marinhos procuram recifes e estuários fluviais.
Lançada a bóia, algures num recanto da margem não habitada do rio, o jangadeiro coloca uma máscara e despede-se dos clientes.
As águas têm de estar razoavelmente limpas, de contrário os cavalos-marinhos não sobreviveriam.
Mesmo assim são águas com muitos sedimentos à mistura, que não permitem enxergar à vista desarmada o fundo pouco profundo.
É aí precisamente que se encontram os cavalos-marinhos, que têm uma cauda preênsil, sem barbatanas, de forma a ancorarem no substrato fluvial e assim ganharem mais estabilidade.
Claro que o jangadeiro, agora nos seus 30 anos de idade, deve ter passado a vida inteira a treinar a vista nestas águas diáfanas e passados menos de cinco minutos reemerge, desta feita com um boião cheio de água e dois cavalos-marinhos lá dentro.
O boião passa de mão em mão, enquanto o próprio jangadeiro vai disparando informação útil sobre os bichos.
Com especial ênfase nos seus hábitos sexuais, o acasalamento monogâmico e a gravidez dos machos, ou pelo menos essa parte exótica parece ser aquela que a memória melhor retém.
Porque o momento em que o frasco passa para a nossa mão, em que colamos o nariz contra o vidro e engatamos numa espécie de sintonia com aquelas criaturas de anatomia insólita, tudo o resto à volta desaparece.
Enquanto essa suposta sintonia dura não há mais nada, nem mais ninguém, o mundo pára e só voltamos a despertar quando alguém nos toca no ombro...para não esquecermos de passar o boião.
Primeiras reacções
A visita aos cavalos-marinhos do Pontal de Maracaípe é uma experiência mística, uma coisa única (ou pelo menos rara) no mundo e, como quase todas as maravilhas da natureza, está ameaçada de morte.
As causas são previsíveis e até estão à vista.
É a pressão dos especuladores imobiliários, que não param de construir hotéis e resorts, mas também a ocupação selvagem dos sem terra, que concorrem para o desmatamento crescente do mangue. A própria qualidade das águas do Maracaípe está em causa quando Ipojuca, o município que o rio atravessa, está ainda muito carecido de saneamento básico.
Em risco está a reserva dos cavalos-marinhos, todo o ecossistema do Pontal de Maracaípe, mas também a subsistência de meia centena de famílias de pescadores e jangadeiros.
Alguns passos decisivos no sentido contrário, ou seja, em direcção à regeneração e ao turismo sustentável começam, por outro lado, a ser dados.
A área do estuário está agora classificada como reserva ecológica com um cartaz bem visível à entrada, prometendo detenções no mínimo de um ano para quem cometer crimes ambientais, como colectar ou manejar cavalos-marinhos - que morrem se estiverem nem que seja um segundo fora de água.
Mais recente é o projecto Hippocampus (nome da classe a que pertencem todas as 32 espécies de cavalos-marinhos), nascido em Porto Alegre, mas transferido para Porto Galinhas, por convite da edilidade de Ipojuca.
Lançaram em finais do ano passado um programa educativo, que além da implantação de um centro de visitação e educação ambiental no Pontal, visa "capacitar" os jangadeiros e, mais em geral, instruir a população escolar das redondezas.
O programa tem um custo próximo de um milhão de euros, é financiado pela Petrobras (maior empresa do Brasil) e visa sensibilizar/mobilizar os actores locais, doravante designados de agentes ambientais.
No futuro, seguramente, os passeios e as próprias embarcações que navegam no Maracaípe serão mais formatados, o acesso aos cavalos-marinhos mais condicionado e o visitante terá um contacto com a natureza muito próximo de um parque temático.
Mas esse é o preço a pagar, afinal, para o selvagem se manter (mais ou menos) selvagem.
A mesma tendência se verifica, aliás, em relação às famosas excursões de buggy pelo areal, uma das imagens de marca do turismo no litoral de Pernambuco.
Estes veículos estão agora proibidos de circular na praia, por uma variedade de razões entre as quais se destaca a desova das tartarugas, comum em toda costa sul do Recife, mas com especial incidência na Praia de Maracaípe, logo a seguir ao Pontal.
Desafio coral
Há dezenas de praias mais ou menos desertas, disseminadas pela costa, acima e abaixo de Porto Galinhas.
Já a praia da Vila é uma confusão bestial, sobretudo ao fim-de-semana, férias escolares e afins.
A concentração de chapéus forma um escudo colorido, tão compacto que quem for depois das nove na manhã nem precisa de levar protector solar.
Já chegar à água, ali mesmo a dois passos, pode ser mais complicado, quando é preciso fazer caminho por uma selva de cadeiras, sacos de praia e geladeiras.
Apesar ou justamente por causa destes magotes de gente há um interminável batalhão de vendedores em circulação permanente por entre os raros espaços livres, apregoando e carregando uma variedade de artigos que vai de flores a artesanato, passando por toda a espécie de comes e bebes.
É uma enorme balbúrdia, sem dúvida, mas é por isso mesmo que Porto Galinhas tem piada.
Porque é um salão de festas à beira mar, um dos sítios onde os pernambucanos mais gostam de confraternizar com os seus e meter conversa com os outros.
A socialização acontece sob o signo de uma fabulosa jóia natural que cintila no mar, a escassa meia centena de metros da areia.
São as chamadas piscinas naturais recortadas por um paredão de recifes, que se alonga por vários quilómetros.
Apesar de não durar mais de cinco minutos, a viagem que se empreende para lá chegar em jangadas de velas coloridas com estampados publicitários é parte fundamental da diversão, o género que faz o turista sentir-se vedeta de um filme romântico, rodado algures nas Caraíbas.
Mas o turismo tem uma tendência natural para matar aquilo que ama e Porto Galinhas não é excepção.
Entre o carinhoso embalo da jangada e a excitação de dar de comer na mão a centenas de peixes tropicais, os turistas nem reparam por onde andam.
Na verdade, há alguma incerteza a esse respeito.
Alguns dizem que são recifes formados por corais.
Ou seja, nem rochas, nem vegetais, mas animais (da mesma família de invertebrados das alforrecas, anémonas e hidras) de uma extrema fragilidade, que podem estar a ser asfixiados por quem lhes pisa a boca.
Outros dizem, porém, que são recifes de arenito, resultantes da consolidação de antigas praias ou bancos de areia, de facto, a formação mais comum nas costas do Recife.
Nesse caso, obviamente, não se trata de seres vivos, mas nem por isso os cordões de arenito constituem um ecossistema menos sensível.
Os activistas não demoraram a vir a público alertar para a degradação dos recifes, o que levou os jangadeiros a tomarem a iniciativa de demarcar uma zona de protecção, ou de exclusão de visitas.
Até que a prefeitura de Ipojuca decretou a redução da área visitável de 30 para 7 por cento do recife, onde as visitas passaram a ser seguidas por agentes ambientais.
Assim, por exemplo, se nalgumas piscinas naturais se continua a poder alimentar os peixes, noutras - como o caso da mais famosa, aquela que tem a forma do mapa do Brasil -, há agora um cordão de segurança, que obriga os visitantes a ficarem à distância.
O Público viajou a convite da Embratur - Instituto Brasileiro de Turismo
Como ir
Ida e volta Lisboa-Recife, na Iberia, desde 626€. De Recife a Maracaípe são 75 quilómetros, por uma estrada que está a ser ampliada de duas para quatro faixas.
É de prever demoras junto dos troços em obras.
Onde ficar
A alternativa aos grandes resorts fechados sobre si mesmos são as pequenas pousadas, em geral mais próximas ou mesmo no centro da vila, mesmo assim quase sempre a dois passos do mar.
Pousada Porto Verde
Loteamento Recanto Porto de Galinhas, praça 1, lote J
Telefone: 0055 81 3552 1410 e site: http://www.pousadaportoverde.com.br
Vivenda de dois andares, todos os quartos com redes e pequenas varandas.
A cem metros do centro da vila. Duplos desde 70€
Pousada Koala
Rua de Beijupirá, Porto Galinhas
Telefone: 0055 81 35221145
Pousada singela, central, sossegada e barata. Desde 40€
Ecoporto
Av. Beiramar, s/n, Merepe 2 - PE 09 Km 6,5, Porto Galinhas
Telefone: 0055 81 3552.1781 e site: www.ecoporto.com.br
28 Quartos todos frente ao mar, por estes lados quase sempre bravio, mas em compensação na praia não há vendedores nem miúdos aos berros.
O sossego paga-se: duplos a partir de 100€
O que fazer
Enquanto o centro de interpretação de Maracaípe não abre, o Projecto Hippocampus tem um laboratório de Aquicultura Marinha, junto à sua sede em Porto Galinhas.
Chama-se Labaquac e nos tanques da sua sala principal é possível seguir todo o processo de desenvolvimento dos cavalos-marinhos.
Onde comer
Bar do Pontal
O tal que fica mesmo no coração do Pontal, na frente das jangadas.
Caranguejos e camarões apanhados ali mesmo em frente são as especialidades.
Também há ambulantes que vendem esses e mais petiscos na praia, por metade do preço.
Beijupirá
Rua de Beijupirá, s/n, quadra 9, lote A, Porto Galinhas
Telefone: 0055 81 35222354
Especializado em frutos do mar, um dos melhores de Porto Galinhas.
"Até agora só pensei no restaurante da Tia Palmira, em Guaratiba". Tia Palmira é uma tradição do bairro de Guaratiba conhecido pelos restaurantes rústicos que servem peixes e frutos do mar.
A tia Palmira foi a primeira das "tias" (em geral cozinheiras, mulheres de pescadores) de Barra de Guaratiba. Começou nos anos 1970 a fazer o localmente conhecido PF (prato-feito) para surfistas numa época em que a Barra de Guaratiba era ainda menos frequentada.
A fama espalhou-se e a Tia Palmira criou o menu de degustação.
Foi pioneira e tornou-se a "tia" mais cara (hoje o menu custa 45 reais por pessoa) e uma referência para as famílias cariocas e turistas estrangeiros no fim-de-semana. Catarina Soares do Carmo, que trabalha com Tia Palmira desde o início, lembra que Chico Buarque vinha com toda a famíilia quando as filhas ainda eram pequenas.
" Está vendo aquele caminho lá ? - aponta - Tinha uma casa para lá.
De vez em quando ainda aparece mas não como antes".
Com Tia Palmira afastada por motivos de saúde há uns dois anos (ainda mora em cima do restaurante), a experiência não é mais tão calorosa nem deliciosa.
Para quem nunca foi, no entanto, ainda vale a pena degustar entradas de camarão frito, pastel de camarão, casquinha de siri e mais de dez pratos, como bobó, vatapá, moqueca de peixe, lulas refogadas e risoto de frutos do mar.
Antes da entrada, é servido um caldinho de sururu.
E de sobremesa um menu de doces caseiros.
Quem quiser experimentar as outras tias, não é difícil encontrá-las.
Uma alternativa é tentar o Bira, restaurante de um dos filhos de Palmira de Souza Leal.
A casa do filho da Tia Palmira fica em frente da a Restinga da Marambaia.
O menu é à la carte com pastel de camarão e siri, filé de robalo com arroz de camarão ou moqueca de camarão, ou ainda o arroz de frutos do mar.
Dia 1: Bellavista Nanay – Isla de los Monos – Eco Lodge
Nos reuniremos em nosso ponto de partida para ir ao porto de Nanay, onde o rio de mesmo nome encontra o rio Amazonas.
Navegaremos por aproximadamente 2 horas, nas quais teremos a oportunidade de ver diferentes animais, como tartarugas, garças e jacarés, entre outros.
Chegaremos à Isla de los Monos, um centro de resgate para diferentes espécies de macacos que vivem em um espaço aberto, para que eles possam se mover sem problemas e para que seja mais fácil devolvê-los ao seu habitat natural.
Teremos também a opção de ver sucuris e jiboias, bem como outros répteis.
Em seguida, navegaremos pelo rio em busca do boto cor-de-rosa e teremos a oportunidade de nadar no rio Amazonas.
Durante a tarde, faremos uma caminhada para observar a natureza noturna, antes de descansar para o dia seguinte.
Dia 2: Rio Amazonas – Eco Lodge.
Nos levantaremos bem cedo para ver o nascer do sol no rio Amazonas e depois iniciaremos uma excursão de barco pelos arredores do lodge para observar animais.
Em seguida, tomaremos café da manhã e sairemos de canoa para pescar piranhas, usando a técnica que os moradores locais usam há anos.
Voltaremos para almoçar e depois faremos uma excursão para ver a Vitória Régia, a maior planta aquática do mundo.
Teremos o resto da tarde livre até a hora do jantar e depois faremos uma excursão noturna em busca de jacarés. Nos hospedaremos no lodge.
Dia 3: Lagoas – Caminhada Diurna – Caminhada Noturna.
Após o café da manhã, sairemos para visitar algumas lagoas próximas ao hotel.
Nelas, pode-se realizar diferentes atividades de sua escolha: trilha, canoagem, pesca da piranha, observação de plantas e observação de aves.
Depois disso, voltaremos ao hotel para almoçar.
Durante a tarde, faremos uma caminhada na qual poderemos identificar diferentes espécies de macacos e aves.
Da mesma forma, vamos aprender sobre as plantas medicinais presentes na região amazônica. De volta ao hotel, teremos tempo para descansar antes do jantar.
Depois do jantar teremos um passeio noturno no qual poderemos ver diferentes espécies noturnas da selva peruana.
Depois disso, voltaremos ao alojamento para descansar.
Dia 4: Palo Alto – Caminhada Diurna – Caminhada Noturna
Vamos começar o dia com o café da manhã para ter energia para o passeio que nos espera.
Vamos para o setor de Palo Alto, em uma caminhada de 30 a 45 minutos.
Este local é um mirante com 3 níveis de observação, de 5, 10 e 15 metros de altura, o que permite ter diferentes perspectivas da floresta ao redor.
Então, de acordo com a escolha dos passageiros, podemos fazer uma caminhada, navegação de canoa ou pesca de piranha.
Ao anoitecer, faremos uma caminhada para identificar as espécies noturnas da selva peruana. Dormiremos em redes no acampamento Mirador Palo Alto.
Dia 5: Palo Alto – Rio Napo – Lodge.
Nos levantaremos bem cedo para observar pássaros do mirante.
Em seguida, visitaremos as lagoas que estão próximas ao lodge e ao rio Napo.
Aqui, a paisagem oferece uma variedade de árvores, entre as quais se destacam as palmeiras.
Além disso, poderemos escolher entre várias atividades, como fazer mais observação de aves ou tomar banho em algumas das lagoas.
Depois, voltaremos ao lodge para almoçar e descansar.
Após a tarde livre, durante a noite faremos uma excursão de barco para procurar o jacaré branco e o jacaré preto.
Também teremos a possibilidade de ouvir aves noturnas e a diversidade de sons produzidos na selva. Voltaremos ao lodge para descansar.
Dia 6: Rio Amazonas – Rio Napo.
Começaremos o dia observando o nascer do sol no rio Amazonas, e depois navegaremos em direção ao rio Napo.
No caminho, teremos a oportunidade de ver várias espécies de aves, além de alguns botos cor-de-rosa, se tivermos sorte.
Chegaremos ao rio Napo para acampar e desfrutar do nosso almoço.
Então, teremos tempo para observar a paisagem e perceber porque a reserva Pacaya Samiria é conhecida como a "selva dos espelhos".
Tal como nos dias anteriores, poderemos aproveitar o tempo para realizar diferentes atividades à nossa escolha, tais como trilhas, canoagem, pesca de piranhas e identificação de plantas medicinais, entre outras.
Depois do jantar, pegaremos o barco para fazer uma excursão noturna em busca de insetos e animais que aparecem quando não há mais luz solar.
Depois, voltaremos ao acampamento às margens do rio Napo.
Dia 7: Río Napo – Tribo Yaguas – Iquitos.
Tomaremos um café da manhã cedo para dar uma última olhada na selva ao redor da pousada e identificar os animais que vivem lá.
Em seguida, pegaremos nossa bagagem para começar a retornar à cidade de Iquitos.
No caminho, visitaremos a tribo Yanguas, um povo amazônico que ainda preserva seus antigos costumes, que poderemos aprender em primeira mão, além de observar quais são suas tarefas diárias.
Posteriormente, continuaremos nossa viagem à cidade de Iquitos, onde o deixaremos em seu hotel, ou diretamente no aeroporto, caso você tenha um voo para o mesmo dia.
Foi criado em 27 de março de 1992 por decreto estadual e possui 798,97 hectares de área
A região do atual Parque foi inicialmente ocupada por grupos indígenas das etnias tupi-guarani e, posteriormente, por índios caingangues.
Já em outros momentos recebeu jesuítas, bandeirantes, desbravadores e colonos que contribuíram para antropizar a área e estabelecer a pecuária e a agricultura.
Antes da criação da unidade de conservação a área recebeu visitas desordenadas e pressão de caça e pesca predatória, impactando áreas de interesse arqueológico, histórico-cultural e ecológico.
A partir da iniciativa de se criar uma área de proteção na região do referido cânion, foi criado o Parque Estadual inicialmente através do Decreto Estadual nº 1229 de 27 de março de 1992, com área de 4.389,8865 hectares.
Já com o Decreto Estadual nº 2329 de 24 de setembro de 1996, a área do Parque foi reduzida para a 798,9748 hectares
Listada pela Globalization and World Cities Research Network (GaWC) como uma cidade global alfa, exerce significativa influência internacional no comércio, finanças, artes e entretenimento.
É a área urbana mais populosa do mundo fora da Ásia e a cidade lusófona mais populosa do planeta. Seu nome homenageia Paulo de Tarso e seus habitantes são conhecidos como paulistanos.
O lema latino da cidade é Non ducor, duco, que se traduz como .
"Não sou conduzido, conduzo".
Fundada em 1554 por padres jesuítas, uma das cidades mais antigas continuadamente habitadas do continente americano, foi o centro dos colonizadores bandeirantes durante o Brasil Colônia, mas tornou-se uma força econômica relevante apenas durante o ciclo do café em meados do século XIX.
Posteriormente, consolidou seu papel como principal centro econômico nacional com a industrialização no Brasil no século XX, que fez da cidade um caldeirão cosmopolita, lar das maiores diásporas árabes, italianas e japonesas do mundo, com bairros étnicos como Bixiga, Bom Retiro e Liberdade, além de pessoas de mais de 200 outros países.
A região metropolitana da cidade, popularmente chamada de Grande São Paulo, é a mais populosa do Brasil e uma das mais populosas do mundo, com cerca de 20 milhões de habitantes.
O processo de conurbação entre as regiões metropolitanas do entorno da Grande São Paulo também criou a Macrometrópole Paulista, a primeira megalópole do hemisfério sul, com mais de 30 milhões de habitantes
Na época, o trigo era um produto de grande importância econômica para o povo da freguesia de Nossa Senhora de Madre de Deus, que se tornou cidade de Porto Alegre em 1822
Antes de tornar-se parque, o atual Parcão era ocupado por um hipódromo.
No final do século XIX, Porto Alegre tinha quatro hipódromos, sendo um deles o Prado Independência, que funcionou de 1854 a 1959.
Na época, o turfe foi muito popular.
Tendo perdido espaço para o futebol, somente o hipódromo Independência conseguiu se preservar e logo passou a ser chamado de Hipódromo Moinhos de Vento. Porém, este não conseguia mais dar conta da demanda com sua limitada estrutura, e o Jockey Club do Rio Grande do Sul se viu obrigado a procurar um novo lugar para suas atividades, fundando o Hipódromo do Cristal, na zona sul da cidade.
Atentos à necessidade e aos benefícios de áreas verdes na cidade, foram o jornalista Alberto André e os vereadores Germano Petersen Filho, Mariano dos Santos e Say Marques que decidiram transformar a área do hipódromo Moinhos em um "jardim público".
Em 8 de março de 1960, na Câmara dos Vereadores, Petersen Filho pediu ao então prefeito José Loureiro da Silva um estudo para a criação de um parque.
O decreto 2419 de 10 de setembro de 1962 desapropiou a área do Jockey Clyb,de modo que o pagamento da compra foi realizado em três formas: em dinheiro, em quitação e em resgate de taxas.
Por fim, o decreto 3703 de 9 de novembro de 1972 oficializou a denominação da área:
Parque Moinhos de Vento.
Além do hipódromo, funcionou também no parque, até o ano de 1954, o Estádio da Baixada, pertencente ao Grêmio, o qual inaugurou o Estádio Olímpico Monumental naquele mesmo ano, no bairro Azenha.
Em 2016, cerca de 100 mil pessoas se reuniram no parque durante os protestos contra o governo Dilma Rousseff,e o local acabou virando palco de protestos subsequentes.