Centenas Ocupam a Praça D. João I Contra os Preços da Habitação e Políticas do Governo
Participantes da manifestação criticam afirmação do primeiro-ministro sobre a disponibilidade de habitação e exigem medidas mais eficazes para enfrentar a crise.
Centenas de pessoas reuniram-se na Praça D. João I, no coração da cidade do Porto, para protestar contra a escalada dos preços da habitação e a falta de soluções acessíveis para a população.
O protesto, marcado por cartazes criativos, tendas de acampamento e intervenções satíricas, visou diretamente a liderança do Primeiro-Ministro Luís Montenegro e as políticas do Executivo.
Entre as mensagens visíveis na manifestação, destacavam-se críticas ao fosso entre os decisores políticos e a realidade das famílias portuguesas, com cartazes onde se podia ler "Montenegro, a quanto está o m² do teu umbigo?
"E "Luís, Futuro Negro".
Outras sátiras e cartazes exibidos pelos manifestantes faziam referência irónica às declarações e ao património associado a figuras políticas, apontando a disparidade entre o rendimento médio e os preços do mercado imobiliário simbolizados por estruturas de cartão que imitavam casas com anúncios de "Arrenda-se: 2.300€" ou inscrições em tendas aludindo a valores inacessíveis.
Os participantes reivindicam medidas urgentes para travar a crise imobiliária, a regulação dos preços das rendas e maior investimento público em habitação social e acessível.
Manifestantes contestam declarações de Montenegro
Participantes da manifestação criticam afirmação do primeiro-ministro sobre a disponibilidade de habitação e exigem medidas mais eficazes para enfrentar a crise.
Centenas de pessoas participaram numa manifestação pela habitação no Porto, defendendo soluções urgentes para responder às dificuldades de acesso a casa.
Durante o protesto, vários manifestantes contestaram declarações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, relativas às políticas de habitação e à disponibilidade de imóveis.
Os participantes criticaram a referência às 55 mil casas anunciadas pelo Governo, considerando que as medidas em curso são insuficientes para travar a subida dos preços da compra e do arrendamento.
Entre palavras de ordem e cartazes, os manifestantes exigiram mais investimento público, habitação a custos controlados e respostas rápidas para famílias e jovens afetados pela crise habitacional.
A manifestação percorreu várias ruas da cidade, alertando para as dificuldades crescentes no acesso à habitação e apelando a uma intervenção mais robusta das autoridades para garantir o direito à casa.
