19/07/2025

17/07/2025

Praia de Vila do Conde

 

Praia Marítima


A Praia de Vila Conde possui um longo areal que se estende por cerca de 6 kms até à foz do Rio Ave, quase sem interrupções


Neste espaço, que vai tomando diversos nomes conforme o concessionário e os frequentadores, destacam-se praias como a de Caxinas, utilizada pelos pescadores, a Praia do Turismo, muito concorrida por estar perto do centro urbano, e a Praia Azul, a mais procurada pelos surfistas.

Terra de estaleiros de construção naval e de pescadores, Vila do Conde é conhecida pelas belíssimas rendas de bilros, fabricadas com muito saber e paciência pelas mulheres da região.





























Gastronomia em Vila do Conde

 

Restaurante São João








Vila do Conde -Ecoponto


Ecoponto




Vila do Conde - Rio Ave

 

Rio Ave


O rio Ave nasce na serra da Cabreira, concelho de Vieira do Minho, a cerca de 1200 metros de altitude e desagua em Vila do Conde, no oceano Atlântico, após um percurso de 91 quilómetros


De acordo com a lenda, na origem do rio Ave estará uma bela e triste história de amor que envolve um cavaleiro e uma jovem cabreira, que “(…)

 Chorou tanto, tanto, que o caudal das suas lágrimas se transformou depois num rio e esse rio foi banhar a terra daquele que a abandonara – Vila do Conde. 

E o bom povo quis perpetuar para sempre, com toda a justiça, o amor desditoso da moça pastora. 

Por isso, deu à serra onde ela vivera a sua grande paixão o nome de Serra da Cabreira e, já que ela queria ser ave e voar, passou a chamar ao rio de Vila do Conde Rio Ave...”.




Vila do Conde - Avenida Brasil


Avenida Brasil 














A Nau Quinhentista, uma réplica de uma embarcação portuguesa do século XVI em Vila do Conde

 

Nau Quinhentista


A Nau Quinhentista, uma réplica de uma embarcação portuguesa da carreira do Atlântico norte de inícios do século XVI, foi projetada pelo Contra-Almirante Rogério d’Oliveira e construída nos estaleiros Samuel & Filhos, que até 1993 se situavam neste mesmo local, transferindo-se nesse ano para Azurara, na outra margem do rio Ave.


Com 27,50 metros de comprimento, 7,70 de boca (largura), 4,75 de pontal (altura), e um peso de cerca de 300 toneladas e 180 de carga, esta atracção fez parte da candidatura do município a um projeto-piloto europeu, intitulada “Viagem à Rosa dos Ventos”, que promoveu o restauro da zona ribeirinha, onde outrora se encontravam os estaleiros. 

Fundeada no verão de 2007, foi inaugurada em 15 de Dezembro do mesmo ano pelo então Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.

No seu interior pode-se testemunhar várias reproduções da vida a bordo daquele tempo, tais como os aposentos dos tripulantes, locais e formas de armazenamento de mercadorias, disposição de material cartográfico e instrumentos de ajuda à navegação, peças de artilharia, lastro, entre outros, de forma a representar a complexidade enfrentada pelos navegantes nas suas viagens em alto mar.







Vila do Conde - Forte de São João Baptista

 

Forte de São João Baptista


O Forte de São João Baptista, muitas vezes referido como Castelo de Vila do Conde, localiza-se junto à foz do rio Ave.


Foi inicialmente dedicado a Nossa Senhora da Assunção, mas desde há muito que a única invocação é a do padroeiro de Vila do Conde, São João Baptista. 

A sua construção foi iniciada na década de 1570, referida como já em andamento nos livros de actas da Câmara em 1573, e provavelmente ordenada por D. Sebastião, que por missiva enviada em 1570 a várias autarquias fez saber da sua intenção de fortificar todos os maiores locais costeiros desde Cascais até Caminha.

A fortaleza tem cinco baluartes, denominados de Santo António, Santa Bárbara (voltados para terra – este e norte), São Francisco, São João e Nossa Senhora da Guia (voltados para o mar – noroeste, sudoeste e sul). 

Três dos baluartes têm guaritas, um dos quais o último a ser construído, o de Santa Bárbara, cujo término foi alcançado apenas em 1793, completando a edificação do Forte mais de dois séculos após o seu início.

O Forte de São João Baptista teria por esta data ponte levadiça, poço de água doce, casa e quartel do governador, paiol e armazéns de armas e pólvora, calabouços, cozinha, porta falsa, capela, peças de artilharia, entre outros.

Depois de sucessões de intermináveis obras e desgaste, já pouco resta do que acabámos de referir.

 As últimas obras de fundo foram efectuadas no final do século XX, sendo o Forte de São João reabilitado para a implantação de um hotel de charme e restaurante, sendo utilizado também para organização de eventos e como discoteca.